A Guerra dos Farrapos

By on 20 de Septiembre de 2019 0 125 Views
Por:   Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite * 

Há 184 anos, a Província de São Pedro do Rio Grande do Sul estava bastante prejudicada, principalmente, no aspecto econômico, devido à preferência, dada pelo Império, pela compra do charque platino em detrimento do produzido na província gaúcha, cujo imposto era bastante alto, assim como o que incidia sobre o couro e a propriedade rural. Além do centralismo político, também nos era negado o direito de escolher o presidente da província. Ao longo do tempo, a tradição de lutar, preservando o território, era própria dos milicianos gaúchos, embora a falta de reconhecimento político por parte do poder central.
Diante do descaso do governo imperial, em relação a estas questões, nossa elite estancieira iniciou uma longa guerra civil que durou um decênio (1835-1845). Segundo a historiadora Sandra Jatahy Pesavento (1946-2009), o Rio Grande do Sul, diante do centralismo político, era tratado como se fosse “uma grande estalagem do Império”.

O TERMO FARROUPILHA
No Rio de Janeiro, capital do império, farroupilha era a denominação dada à facção política liberal mais radical que combatia o centralismo do governo imperial. Em 1831, o termo apareceu estampado, como título dos jornais cariocas Matraca dos Farroupilhas e Jurujuba dos Farroupilhas. O vocábulo, de acordo com o historiador Walter Spalding (1901-1976), deriva da palavra portuguesa farroupa que apareceu, em 1700, nas atas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, designando agricultores e criadores de gado que usavam roupas humildes e gastas.

O COMBATE DA PONTE DA AZENHA
O primeiro óbito, ao eclodir a Revolução Farroupilha, na madrugada de 20 de setembro de 1835, foi do jornalista Antônio José Monteiro, o “Prosódia, durante o combate da Ponte da Azenha”. Este jornalista era o redator do jornal legalista “O Mestre Barbeiro” (1835). De acordo com o escritor Sérgio Dillenburg, este foi o menor periódico publicado na imprensa gaúcha: 11 cm x 16 cm.
Em Porto Alegre, o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa, fundado em 10 de setembro de 1974, possui uma hemeroteca, na qual se encontram inúmeros títulos de jornais, a partir do surgimento, em 1º de junho de 1827, do nosso primeiro periódico, “O Diário de Porto Alegre”,  A instituição, recentemente, comemorou seus 45 anos de atividades culturais.
Após os farroupilhas invadirem Porto Alegre, os líderes José Gomes Jardim (1774-1854), João Manuel de Lima e Silva (1805-1837) e Onofre Pires (1799-1844) invadiram o Palácio do Governo, não encontrando resistência e nem a presença de governador da província, Fernandes Braga, – que havia fugido, com seus auxiliares, para Rio Grande. No dia seguinte, em 21 de setembro de 1835, Bento Gonçalves da Silva (1788-1847) chegou a Porto Alegre, vindo de Pedras Brancas (atual Guaíba).

A PORTO ALEGRE DOS LEGALISTAS
Em 15 de junho de 1836, Porto Alegre foi retomada pelos imperiais sob o comando do Major Manuel Marques de Souza (1804-1875), futuro Conde de Porto Alegre, após sua fuga do Presiganga (navio-prisão), ancorado no Guaíba. Apesar dos esforços, os liberais farroupilhas não conseguiram invadi-la, novamente, embora a tenham sitiado, por três vezes, a partir da Vila Setembrina (Viamão) conforme o historiador Sérgio da Costa Franco registrou, em 2000, em seu livro Porto Alegre Sitiada / 1836-1840.
A estátua do Conde de Porto Alegre, da autoria de Adriano Pittanti e Carlos Fossati, foi inaugurada, em 1º de fevereiro de 1885, na atual Pr. Marechal Deodoro da Fonseca (Praça da Matriz). Transferida, daquele local, em virtude da construção de outro monumento, da autoria de Décio Villares (1851-1931), em homenagem a Júlio de Castilhos e a propaganda republicana (1913), atualmente se encontra numa praça, cuja denominação remete ao seu nome, sendo considerada a estátua mais antiga de Porto Alegre.

O COMETA CAXIAS
Em 19 de março de 1843, um cometa cruzou os céus, sendo visto, pelos farroupilhas, como um mau agouro numa luta que já transcorria há oito anos. Este cometa foi batizado pelo imaginário popular de “Estrela de Caxias” em alusão a Luis Alves de Lima e Silva (1803-1880), o futuro Duque de Caxias, que havia sido incumbido por dom Pedro II de pacificar a província gaúcha. Curiosamente, já no início da Revolução Farroupilha, em novembro de 1835, havia passado o cometa Halley.

A IMPRENSA FARROUPILHA E OS ITALIANOS
Os jornalistas Carlos Reverbel (1912-1997) e Elmar Bones, autores do livro “Luiz Rossetti: o editor sem rosto” registram “Neste período foram lançados 61 jornais em Porto Alegre e 37 em outros pontos da então província, acrescido de três títulos de jornais fundados pela República Rio-Grandense”. De 1838 a 1843, circularam os seguintes órgãos oficiais: “O Povo” (Piratini: 1838 – 1839 e Caçapava: 1839 – 1840); “O Americano” (1842-1843 / Alegrete) e “Estrella do Sul” (1843-Alegrete).
O Povo – que totalizou 160 edições – teve como organizador Domingos José de Almeida (1797-1871). Considerado um dos principais mentores intelectuais da Revolução Farroupilha, embora fosse natural de Minas Gerais, ele foi ministro da Fazenda e depois do Interior da novel República Rio-Grandense. Os italianos Luigi Rossetti (1800-1840) e João Batista Cuneo (1809-1875) – seus redatores – eram ligados aos ideais republicanos do movimento conhecido como “Jovem Itália”, cujo líder era Giuseppe Mazzini (1805-1872), de acordo com a obra Risorgimento e Revolução / Luigi Rossetti e os ideais de Giuseppe Mazzini no Movivento Farroupilha (2012), da Dra Laura de Leão Dornelles. Em 1840, Caçapava – segunda capital farroupilha – foi atacada pelos imperiais e a tipografia do jornal foi destruída.
Na imprensa farroupilha se destacou, também, o conde Lívio Zambeccari (1802-1862). Cientista e militante político, natural da Bolonha, ele escreveu nos jornais “O Recopilador Liberal” (1832-1836), O Continentino (1831-1832) o “Republicano” (1834) que eram impressos em Porto Alegre. Zambeccari ficou conhecido como o secretário de Bento Gonçalves da Silva (1788-1847) que foi o presidente da República Rio-Grandense.

A MAÇONARIA
Funcionando num gabinete de leitura, que encobria, na realidade, nossa primeira loja maçônica – Philantropia e Liberdade (1831)- o jornal O Continentino teve como redador Joaquim José de Araújo, cuja alcunha era “Mãos Grandes”. Esta loja maçônica se situava na antiga Rua do Rosário, atual Vigário José Inácio. Nela, em 18 de setembro de 1835, os principais líderes farroupilhas, a exemplo de Gomes Jardim , decidiram a data em que Porto Alegre seria invadida dois dias depois : 20 de setembro
O REGISTRO PIONEIRO
Em 1999, foi descoberto os manuscritos de Luigi Nascimbene (1801-1873) – uma verdadeira narrativa jornalística – na Universidade de Pávia, na Itália, pelo pesquisador Ricardo Franco da Fonseca. A partir de então, o pioneirismo de narrar os acontecimentos da guerra ficou creditado a esse italiano que foi matemático, engenheiro e arquiteto. Anterior a esta descoberta, As Memórias de Garibaldi, de Alexandre Dumas, era considerado a referência mais antiga da Guerra dos Farrapos. Nascimbene realizava transações econômicas que visavam ao abastecimento de diversos gêneros à incipiente República Riograndense, cujas transações estão registradas no jornal O Povo (1838-1840), órgão oficial da República Rio-Grandense,. Em 2019, Mário Rozano relançou a obra “Tentativa de Independência do Estado do Rio Grande do Sul”, da autoria deste italiano.
Estes italianos, ligados à imprensa da época, acreditavam numa revolução feita a partir do povo, embora estivessem inseridos numa luta que defendia os anseios de uma elite agrária, prejudicada em seus interesses econômicos, de acordo com o livro História do Rio Grande do Sul (1980) da historiadora Sandra J. Pesavento.
O ponto, em comum, entre os farroupilhas e os italianos, naquele momento, era o combate à monarquia e a defesa da República Riograndense proclamada, em 11 de setembro de 1836, em Seival, por Antônio Souza Neto. Expulso da Universidade, na Itália, devido a seus ideais, Luigi Rossetti encontrou guarida na província gaúcha, vindo a falecer, em 1840, durante um confronto com os imperiais, na Vila Setembrina, atual cidade de Viamão (RS), quando tombou ferido por uma lança.

A REPÚBLICA DAS CARRETAS
Devido aos deslocamentos constantes das tropas farroupilhas, a capital da República mudava de local. Depois de estabelecida em Piratini, foi transferida para Caçapava e, depois, para Bagé e São Gabriel que foram sedes provisórias. Em julho de 1842, Alegrete se torna a nova e última capital farroupilha, onde se reuniram os “constituintes farrapos” para debater e elaborar o Projeto da Constituição da República Rio-Grandense, que, na prática, não se efetivou devido a discordâncias internas. Este “aspecto andarilho” dos arquivos da República Rio-Grandense e da sua tipografia oficial fez com que recebesse a perífrase de “República das Carretas” pelo saudoso folclorista e historiador Barbosa Lessa (1929-2002).

O HERÓI DE DOIS MUNDOS: O ITALIANO GIUSEPPE GARIBALDI
Buscando conquistar um porto, tendo em vista que o de Rio Grande estava nas mãos dos imperiais, David Canabarro (1796-1867) e o italiano Giuseppe Garibaldi (1807-1882) invadiram Santa Catarina, conquistando Lages e Laguna. O porto era imprescindível para exportação do charque e couro, além da compra de armas para a revolução. Em julho de 1839, foi proclamada a efêmera República Juliana. As ideias liberais estavam mais fortalecidas, na região, desde a eclosão da Revolução Farroupilha. A capital escolhida foi Laguna, e a República, conhecida, também, como Catarinense, durou de julho a novembro de 1839, quando foi reconquistada pelos imperiais.
Na conquista de Laguna, pelos farroupilhas, foi fundamental à figura de Giuseppe Garibaldi, comandante da Marinha da República Rio-grandense. Na construção de seus famosos lanchões, Garibaldi contou com o apoio do norte-americano John Griggs (1790-1839) e do comandante dos Lanceiros Negros, coronel Teixeira Nunes (1802-1844). Após construir os lanchões “Seival” e “Rio Pardo”, no estaleiro do rio Camaquã, ele atravessou a Lagoa dos Patos e transportou os barcos para o rio Tramandaí. Garibaldi realizou essa épica travessia, transportando-os em duas carretas puxadas por 100 juntas de bois. A Barra do Rio Grande estava guarnecida pela Marinha Imperial, sob o comando do inglês John Grenfell (1800-1869), obrigando Garibaldi a buscar outro caminho dentro da logística de uma guerra.
Do rio Tramandaí, chegou ao mar e depois a Laguna. Infelizmente, o lanchão “Rio Pardo”, no qual se encontrava Garibaldi, naufragou em virtude de uma tempestade, em alto mar, não chegando ao seu destino. Após o naufrágio, Garibaldi e os companheiros que se salvaram seguiram a cavalo, obtidos com a população local, ao encontro das tropas de David Canabarro que cruzavam a Serra por meio de Lages e conquistaram Laguna.
Em Laguna, Giuseppe Garibaldi conheceu Ana Maria de Jesus Ribeiro (1821-1849), a Anita, heroína de dois mundos, que se tornou sua grande companheira nas lutas libertárias em prol da República na Província de São Pedro e, depois, na Itália, onde faleceu. O primeiro filho do casal, Menotti Garibaldi, nasceu na região de Mostardas (RS), no dia 16/09/1840, durante a Revolução Farroupilha. No ano de 1841, Garibaldi e Anita partiram para o Uruguai com o filho, onde se casaram. Posteriormente, voltaram à Itália, para se integrarem na luta do movimento, conhecido como Risorgimento (1815-1870), em prol da unificação daquele país.

OS LANCEIROS NEGROS
Um episódio que suscita polêmica entre os historiadores, até os dias de hoje, está ligado à Batalha de Porongos, ocorrida quando as negociações de paz já estavam em curso. Alguns dias antes, comandando 100 Lanceiros Negros, o coronel Joaquim Teixeira Nunes (1801-1844), foi responsável por baixas significativas no grupo comandado pelo legalista Francisco Pedro Buarque de Abreu (1811-1891), apelidado de Moringue. Nesse confronto, o líder farroupilha Teixeira Nunes veio a falecer. Assaltado de “surpresa”, na madrugada de 14 de novembro de 1844, pelo mesmo Moringue, ocorreu o massacre do Corpo de Lanceiros Negros que se encontravam acampados na atual região do município de Pinheiro Machado. Os Lanceiros Negros se distribuíam em oito companhias de 51 homens cada..
Há uma discussão que se prolonga acerca da veracidade de uma carta que registra ter havido um acordo entre o duque de Caxias e David Canabarro, para que desarmassem os Lanceiros Negros, considerados insuperáveis em sua bravura, a fim de dizimá-los.
O destino destes lanceiros negros ainda é um tema controverso. Com assinatura do Acordo de Paz de Ponche Verde, em 1845, os escravos ainda engajados seriam entregues ao barão de Caxias e reconhecidos como livres. Sabe-se que, um grupo foi enviado , em 1845, para o Rio de Janeiro como liberto, de acordo com o Jornal do Commercio e o Diário do Rio de Janeiro de 26 de agosto de 1845. Se, realmente, foram libertos, quando chegaram ao seu destino, não se pode garantir. O ex-farroupilha Manuel Caldeira suscitou suspeitas de que estes teriam sido novamente, escravizados e encaminhados para a Fazenda de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, como propriedade do Estado. Ao término da guerra, em 1845, o general Antônio Souza Netto, que era republicano e abolicionista, retirou-se para o Uruguai com alguns negros, que sobreviveram, enquanto outros lanceiros foram enviados para o Exército do Rio de Janeiro.

O SONHO DE SER LIVRE
Apesar das promessas, em nenhuma ocasião a República Rio-Grandense alforriou seus escravos. A questão abolicionista causava divisão entre seus líderes farroupilhas. Ao mesmo tempo em que os farroupilhas prometiam a liberdade aos escravos, condenando o tráfico negreiro, o Órgão Oficial da República Rio-Grandense, O Povo (1938-1840), divulgava anúncios de fugas de cativos. Houve uma tentativa de abolir a escravidão, por meio de projeto que foi apresentado à Assembleia Constituinte, em 1842, por José Mariano de Mattos (1801-1866), que foi recusado. Anos depois do término da guerra, vários líderes farroupilhas ainda tinham escravos, a exemplo de Bento Gonçalves (1788-1847), que morreu deixando 53 cativos para seus herdeiros.
Este combate, em Porongos, é tratado pelo historiador Mário Maestri no seu livro O Escravo Gaúcho – Resistência e Trabalho (1993), editado pela UFRGS. Segundo Mário Maestri, o Arquivo Histórico do RS reconheceu a assinatura do duque de Caxias como autêntica. Os defensores de David Canabarro defendem a tese de que esta carta teria sido forjada pelos legalistas para incriminá-lo.
Nela se encontra o seguinte trecho:
“No conflito poupe o sangue brasileiro quanto puder, particularmente da gente branca da Província ou índios, pois bem sabe que essa pobre gente ainda pode ser útil no futuro.”

PORTO ALEGRE RESISTIU AOS FARROUPILHAS
Graças à resistência, em relação aos farroupilhas, Porto Alegre recebeu de D. Pedro II, em 1841, o título de “Leal e Valerosa Cidade de Porto Alegre”, que está registrado no Brasão da Cidade, criado pela lei n 1.030, em 22/01/1953. A lei foi assinada pelo prefeito Ildo Meneghetti (1895-1980), sendo o responsável pelo desenho o artista plástico Francisco Bellanca (1895-1974).
O jornalista Walter Galvani, em seu livro “A difícil Convivência (2013)”, aborda com muita propriedade a situação política da antiga “Nossa Senhora Mãe de Deus de Porto Alegre” no contexto da Revolução Farroupilha (1835-1845). Grandes centros urbanos à época, como as cidades de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre, permaneceram na maior parte do tempo em poder das forças imperiais, ou seja, legalistas. A ideia, perpetuada pelo imaginário popular, de que a Capital ou toda a Província comungava com os ideais dos farroupilhas, é um equivoco histórico.
Existem pesquisas realizadas por historiadores de notório saber, como Sérgio da Costa Franco, Vera Maciel Barroso, Barbosa Lessa (1929-2002) Moacyr Flores, Hilda Flores, Raul Carrion, Mário Maestri, Roberto Rossi Jung Sandra Jatahy Pesavento (1945-2009), Helga Piccolo, entre outros nomes importantes, que nos esclarecem acerca da realidade dos fatos, que ocorreram naquele período da nossa história.
Porto Alegre, ao findar a Revolução Farroupilha, é a quarta maior cidade do Império, totalizando 13.500 habitantes. Ao encerrar a revolução, Luis Alves de Lima e Silva, o futuro duque de Caxias, foi escolhido pelos farroupilhas, para continuar presidindo a Província de São Pedro.

AS ESTATÍSTICAS DA GUERRA
Os dados numéricos, ao findar a Revolução Farroupilha, registram 59 vitórias para cada lado, totalizando em torno de 3.400 óbitos. O lado farrapo perdeu quase o dobro de homens ao término da guerra em 1845.
Ao encerrar este longevo conflito bélico, os campos e as estâncias estavam despovoados e as charqueadas de Pelotas e nas margens do Guaíba e Jacuí ficaram empobrecidas. Segundo o historiador Moacyr Flores, no seu livro História do Rio Grande do Sul, cerca de 4000 rio-grandenses emigraram para outras províncias do Brasil e, principalmente, para o nosso vizinho Uruguai.
Nos anos seguidos à pacificação, em Ponche Verde (1845), farroupilhas e legalistas se uniram no mesmo exército, lutando na Guerra do Prata (1851-1852) e, depois, na Guerra do Paraguai (1864-1870).

 

Pesquisador e coordenador do setor de imprensa do MuseCom *

 

BIBLIOGRAFIA
ERICSEN, Nestor. O Sesquicentenário da Imprensa Rio-Grandense. Porto Alegre: Sulina, 1977.
FAGUNDES, Augusto Antonio. História do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Martins Livreiro, 2006.
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MIRANDA, Marcia Eckert; LEITE, Carlos Roberto Saraiva da Costa. Jornais raros do Musecom: 1808-1924. Porto Alegre: Comunicação Impressa, 2008.
NASCIMBENE, Luigi (1801-1873). Tentativa de Independência do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: CiaE, 2009.
PESAVENTO, Sandra J. História do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1984.
SAVARIS, Manoelito Carlos. Rio Grande do Sul / História e Identidade . Porto Alegre: Fundação Cultural Gaúcha – MTG, 2008.

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